Entenda o produto, compare com o financiamento e escolha o grupo com critério.
Pessoas com o mesmo objetivo de compra pagam uma parcela mensal. Não há banco emprestando, portanto não há juros: a administradora organiza o grupo e cobra a taxa de administração.
Uma vez por mês o grupo se reúne e uma ou mais cartas de crédito são entregues, por sorteio ou por lance.
Quem recebe a carta compra o bem à vista e segue pagando as parcelas. Quem não recebe, concorre na assembleia seguinte.
Com lance, consórcio deixa de ser espera.
O financiamento entrega o bem na assinatura e cobra juros por isso. O consórcio não tem juros, e quem tem recurso para ofertar lance encurta bastante o prazo. Quando a necessidade é imediata, o financiamento resolve. A partir de cerca de três meses de horizonte, a comparação tende a favorecer o consórcio.
O produto é bom para o caso certo.
Depende do caminho que você usa e de quanto tem para ofertar.
Acontece em toda assembleia, entre os participantes em dia. Não custa nada e não tem data para acontecer.
Você antecipa parte do valor e concorre. É aqui que o prazo encurta: com recurso para ofertar, já entregamos crédito em poucos meses.
Em grupo recém-aberto a disputa é maior e o lance necessário sobe. Em grupo de prazo intermediário, costuma cair bastante. Escolher onde entrar é o trabalho de verdade.
Contemplação não se promete. Mas dá para saber quanto costuma custar contemplar em cada grupo, e é isso que a nossa mesa lê antes de indicar qualquer cota.
Duas contas que costumam definir a escolha. Preencha com os seus números.
sem juros; sobe com a correção anual
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tabela Price, parcela nominal fixa
inclui a entrada
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Use o CET, não a taxa do anúncio. A taxa mostra só o juro; o CET soma juros, tarifas e seguro obrigatório. Por isso ele parece maior, e é o único número que compara propostas de verdade. Os 14,5% aqui são referência de mercado.
Quero meu CET real →*Os dois custos aparecem em moeda de hoje: no consórcio a correção anual sobe a parcela e a carta juntas, então preserva valor em vez de ser custo; no financiamento, as parcelas futuras são trazidas a valor presente pela mesma correção. Ordem de grandeza para escolher a rota, não proposta. Não inclui seguro nem lance. O financiamento entrega o bem na assinatura; o consórcio, na contemplação.
Simule o lance com parte embutida e veja quanto sai do bolso e quanto resta de crédito.
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*O limite de embutido varia por administradora e por grupo, e é calculado sobre o saldo. Serve para entender a mecânica.
Esta é a conta genérica. Na proposta, a nossa mesa roda o histórico de lance vencedor do seu grupo, mês a mês, e diz quanto costuma custar contemplar ali.
Quero a leitura do meu casoAntecipe parte do valor e saia na frente.
O percentual é fechado pelo grupo e quem oferta entra em uma fila própria, com ordem definida.
Leilão: você define o percentual e quem dá mais, leva a carta daquela assembleia.
Percentual da própria carta que pode ser ofertado nas duas modalidades acima. Não é uma terceira via: é de onde sai o recurso.
O custo principal, diluído nas parcelas. É o que a administradora cobra para organizar o grupo, e varia por grupo.
Proteção do grupo contra inadimplência. É devolvido no encerramento do grupo, corrigido.
Sem juros não é sem custo.
A vantagem aparece quando se compara o total pago, não a parcela.
Parcela e carta acompanham o índice do bem: INCC em imóvel, em geral IPCA nos demais.
É o que torna o consórcio mais barato que o financiamento em prazo longo, mesmo somando tudo ao lado.
Se algum destes soa familiar, a segunda opinião logo abaixo existe exatamente para isso.
Com alguns meses e recurso para lance, o consórcio entrega. Para prazo de dias existe rota melhor, e nós indicamos qual.
Contemplação vem por sorteio ou lance; ninguém controla. O que se calcula é probabilidade, e ela depende do grupo.
Em grupo recém-aberto o lance necessário é muito mais alto que em grupo de prazo intermediário. O grupo muda o resultado.
Existem taxa de administração, fundo de reserva e seguro. A conta precisa considerar isso, e mesmo assim costuma fechar bem abaixo do financiamento.
O embutido sai da própria carta: o crédito recebido diminui. É ferramenta boa apenas quando a troca é compreendida.
Consórcio mal vendido quase nunca é produto ruim: é a pessoa certa no grupo errado, ou no produto errado para o prazo.
Os casos mais comuns: promessa de contemplação, grupo novo exigindo lance alto, embutido apresentado como desconto e prazo combinado sem nenhuma estratégia de lance por trás.
Muitas vezes a estratégia de lance de uma cota existente pode ser melhorada sem contratar nada novo. E quando não pode, é melhor saber logo.
Analisamos grupo, prazo restante e histórico de lance, e devolvemos uma leitura do que dá para fazer com a cota que você já tem.
Quero uma segunda opiniãoTrabalhamos todas as rotas. Por isso podemos escolher a sua.


Com o valor do bem, o prazo desejado e o quanto está disponível hoje, dizemos se o consórcio é o caminho e em que tipo de grupo entrar.
Falar no WhatsApp*Conteúdo informativo. Não constitui oferta, proposta nem garantia de contemplação. Consórcio depende de sorteio ou lance. Condições, taxas e regras variam por administradora e por grupo.
Não. É um dos produtos mais bem regulados do sistema financeiro brasileiro. Administradoras são autorizadas e fiscalizadas pelo Banco Central, e o dinheiro do grupo é separado do patrimônio da administradora.
O que existe de verdade é venda furada. Nesses casos a pessoa não foi enganada pelo produto: foi enganada sobre o produto.
Vale quando existe algum horizonte de tempo, e o tamanho desse horizonte depende de quanto você tem para ofertar de lance. Quem tem recurso encurta muito o caminho; quem precisa em dias deve olhar crédito com garantia.
Havendo prazo, costuma ser a rota mais barata disponível. Use o simulador desta página com os seus números.
Golpe em consórcio quase sempre tem um destes sinais: pedem pagamento em conta de pessoa física (parcela e lance se pagam à administradora, nunca ao vendedor); prometem contemplação; vendem "cota contemplada" com pressa e sem cessão formal; ou a administradora não aparece com clareza no contrato.
Confira o nome da administradora na lista pública de instituições autorizadas do Banco Central. Leva dois minutos e elimina quase todo o risco.
Sem lance é sorteio: pode ser o primeiro mês ou o último. Com lance, deixa de ser sorte e passa a ser conta. E a conta depende do grupo.
Prazo prometido é invenção. O que fazemos é olhar o histórico de lance vencedor do grupo, mês a mês, para você saber quanto costuma custar contemplar ali.
Pode desistir, e tem direito a receber, mas não na hora, e não integralmente. Na regra geral, o desistente recebe o que pagou ao fundo comum, corrigido, ao encerramento do grupo. O que pode levar anos. Descontam taxa de administração proporcional e eventual multa.
Existe alternativa melhor: transferir a cota para outra pessoa (cessão de direitos). Você recupera valor agora em vez de esperar o grupo acabar. Se está pensando em desistir, fale com alguém antes.
Como aplicação financeira, não: antes da contemplação o dinheiro forma o fundo do grupo e não rende para você. Como disciplina de patrimônio, sim. Para quem não consegue guardar sozinho, a parcela organiza a compra do bem, e a carta é corrigida pelo índice, então o crédito acompanha o preço.
Mas existe um fato que quase ninguém explica: depois de contemplada, a carta que você ainda não usou fica aplicada, rendendo perto de 95% do CDI. E o rendimento corre sobre o valor do crédito, não sobre o que você já pagou. Contemplando por sorteio ou por lance, é a carta inteira que rende. O percentual e a base de cálculo variam por administradora.
Isso não transforma consórcio em investimento. Mas muda a conta de quem contempla cedo e usa depois. Se o seu objetivo é fazer o dinheiro crescer, o instrumento é outro, e também trabalhamos com ele.
Depende de uma comparação: quanto você economiza quitando versus quanto aquele dinheiro rende aplicado.
Como consórcio não tem juros, quitar antes economiza menos do que quitar uma dívida com juros. Você antecipa taxa de administração e correção futura. Em muitos cenários o dinheiro rende mais aplicado; quando o prazo restante é longo e a correção está alta, quitar ganha. É conta, não opinião.
Serve, e é uma jogada comum: o consórcio é planejado para quitar a unidade à vista quando ela fica pronta. O que precisa de atenção é o calendário.
Para liberar a carta, a administradora registra a garantia sobre o imóvel, o que exige matrícula individualizada e habite-se. Ou seja, a contemplação precisa estar alinhada com a entrega da obra. É planejamento de prazo, e é parte do nosso trabalho.
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